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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Canção, poema de Cecília Meireles

(Se clicares na imagem esta amplia e permite melhor leitura)

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

estes são os cavalos

Uma outra foto com estes três animais foi a minha participação desta semana no Fotodicionário, no Palavra Puxa Palavra, sob o Tema: ficção.
Aqui fica sob a forma gráfica: imagem e palavras a minha ficção.
(Para ler melhor clica e amplia de imediato a imagem.)

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

O silêncio em forma de carícia




Poema meu sobre quadro de Margusta.


Nota - o título do poema corresponde ao título que Margusta deu ao quadro.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

criação do mundo

(Se não conseguires ler, p.f. clica na imagem. Esta amplia e lerás bem.
***
*
Este poema é dedicado a todas as "amizades" que sem ligarem a minha ausência têm a generosidade de continuar a passar pelos meus blogues dando prova de uma fraterna solidariedade. Bem-hajam e que o Universo vos devolva em dobro essa generosidade.

domingo, 12 de agosto de 2007

pedraBancoTronoRaíz - Singela homenagem a M.Torga na passagem do seu centenário

(foto: minha autoria)
Se clicares sobre a imagem esta ampliará e lerás melhor o texto.

terça-feira, 17 de julho de 2007

o vento que penetra pelas frinchas.
o frio...

Eu olho e vejo: abrigo, alimento,
beleza, cor e liberdade.

posso sempre voar e…voltar

e todos podem entrar
está aberto o abrigo
P.S _ texto meu. Imagem chegou-me via net sem indicação de autoria pelo que peço desculpa.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

As serpentes tecem o curso dos dias

Os ventos do sul repousam nos templos,
imortais santuários das nereidas.

Interrogas a sabedoria das árvores,
a serena face do mito.
Confessas a emergência da escrita,
a angústia de um universo
esvaziado de símbolos,
despido da secreta alteridade das sombras.

Admiras os divinos jardins de âmbar,
as infinitas planícies do êxtase.
Depousas as sandálias e o manto de púrpura
e decifras a linguagem dos desertos.

Os deuses veneram a tua excelsa beleza
e as transparências da tua voz,
e afagam o teu corpo de alabastro,
esse espelho de branca seda
onde anoitecem as palavras.


Barcelos, Isabel Aguiar

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

apetece-me a lua


(foto minha)

apetece-me a lua.

porque ela e eu

somos feitas

da mesma matéria

e vogamos nos mesmos

espaços.

somos feitas

da matéria que

constrói e alimenta

os sonhos

e vogamos tanto

no ar

como na água.

e porque o comum

dos mortais

olha para o chão

e eu olho para cima

para os astros

para o além

sem limites

nem barreiras

e ela, lua,

não se cansa

de correr pelos espaços

atrás do sol

sem sabermos quem é

perseguido e perseguidor.


por isso

chego à janela mais alta

e estendo o braço

a tocá-la.


como quem acaricia